Gagueira (Disfemia)

O Instituto Simon Wajntraub desenvolve o melhor método para cura da gagueira (disfemia)

O que é a gagueira?

Gagueira é a designação vulgar para o "transtorno da expressão verbal" denominado Disfemia. O problema também é conhecido pelos nomes "gaguez", "disfluência", "tartamudez", "disfemismo" e "pselismo").

Referente distúrbio da comunicação atinge a fluência e o ritmo da fala, causando ao portador repetições involuntárias de sílabas ou palavras, ou pausas longas ou curtas durante a pronúncia de determinadas frases ou palavras.

Há estudiosos que distinguem entre disfemia e gagueira: a primeira é usada para definir uma doença, e a segunda designa o sintoma daquela patologia.

O que causa a gagueira?

Não existe, na bibliografia chamada especializada, definições concretas para tratamento, e, especialmente, acerca das causas do problema, que ainda constituem um grande mistério para os estudiosos, mesmo após numerosas pesquisas e estudos estatísticos sobre o assunto.

A gagueira tem cura?

Existem certas ocasiões e circunstâncias em que as pessoas gagas não gaguejam, mesmo que seu distúrbio seja dos mais severos em instantes críticos.

Diante desse fato, é lógico afirmar, com grande grau de confiança, que os fatores causais dessa anomalia da fala não guardam relação direta com os órgãos fonoarticulatórios.

Embora, como já foi dito, não se tenha dados conclusivos na literatura sobre o assunto, a experiência de cinco décadas de pesquisa e prática profissional do Fonoaudiólogo Simon Wajntraub evidenciou que a grande maioria dos casos de disfluência atendidos por ele tem natureza psíquica.

Consciente dos obstáculos para a revelação das causas específicas da disfemia, e acreditando firmemente na base causal psicológica desse problema, o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub colocou em segundo plano a pesquisa da causalidade para se dedicar ao tratamento e cura dos efeitos da gagueira, atendendo às reais necessidades do portador da síndrome: ele já convive com as causas da gagueira todos os dias, e possivelmente permanecerá convivendo com elas. Portanto, afastar-se das suas causas é uma medida paliativa: é preciso superá-las ao invés de fugir delas.

É essa filosofia que marca o sucesso do Método do Instituto Simon Wajntraub: o paciente realmente aprende e se empanha para superar o problema e suas causas, quaisquer que possam ser, pois ele é colocado diante de todas as situações mais problemáticas que fazem ou que possam fazer ele gaguejar, e é guiado à superação (e não à fuga!) para que, quando essas circunstâncias críticas se fizerem presentes, não lhe resgatem a gagueira.

Polêmica: Cura ou Tratamento da Gagueira?

No ano de 2001, mais precisamente no dia 17 de abril, o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub foi entrevistado no Programa do Jô, onde apresentou sua metodologia de trabalho.

Nessa entrevista, foram apresentados exemplos de tratamentos fonoaudiológicos (como voz fina, por exemplo) e também foi proposto ao Jô Soares convidar espectadores com distúrbios da voz e da fala para demonstrações do método do Instituto Simon Wajntraub. O Fabinho, da produção do show, foi escolhido para essa demonstração, porque ele possuía uma voz fina, infantil. Por meio de exercícios vocais, Simon Wajntraub mudou o tom vocal do Fabinho, buscando atingir e manter tons graves e médios.

Também foi mostrado o caso do Márcio Araújo (seu pai dera aulas de trompete ao Jô Soares). Márcio sofria de acentuada gagueira. Com quatro meses de tratamento, ele já era capaz de se expressar sem gaguejar. Outros casos mostrados foram o do Felipe – que, quando procurou Simon Wajntraub, era extremamente gago e, com apenas três meses de tratamento, mostrou um progresso assombroso – e o do Promotor de Justiça que tinha uma voz muito fina, a ponto de ser tido como mulher ao telefone, e cuja voz foi corrigida para um tom verdadeiramente masculino.

A entrevista no Programa do Jô durou 45 minutos. Depois dos exemplos apresentados, o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub criticou os métodos tradicionais e antiquados ainda usados pelos fonoaudiólogos (como utilização de ridículas rolhas, línguas-de-sogra, chupetas etc.). O paciente mostrado nos exemplos de casos, Márcio Araújo, reclamou também dessas tentativas frustrantes de tratar com bexigas, rolhas, chupetas, dos fonoaudiólogos pelos quais passou, que nunca apresentaram resultados práticos.

Essa entrevista causou alvoroço entre os fonoaudiólogos antiquados, que lotaram a produção do programa com exigências de "direito de resposta". Jô Soares, democrático, permitiu "direito de resposta" e concedeu espaço na sua agenda para entrevistar o Conselho Regional de Fonoaudiologia da 2ª Região. A entidade indicou a Fonoaudióloga Mara Behlau para ser entrevistada, o que se deu no dia 23 de maio de 2001.

Foi um verdadeiro vexame para o Conselho Regional de Fonoaudiologia!

Jô Soares iniciou a entrevista afirmando que uma das razões para ela estar ali era pelo fato da produção do programa ter recebido uma porção de mensagens de pessoas relacionadas à Fonoaudiologia comentano a entrevista do Fonoaudiólogo Simon Wajntraub. Aí ele perguntou: o que teria incomodado os fonoaudiólogos nessa entrevista do Simon?

MARA BEHLAU: "Jô, a Fonoaudiologia trabalha com comunicação humana. Na verdade nós trabalhamos com voz, fala, linguagem, audição, e o Conselho de Fonoaudiologia tem dedicado todo o seu esforço para que a população possa compreender o quanto ela pode contar com o profissional que auxilia a comunicação. Quem se comunica melhor é mais feliz, quem se comunica melhor tem mais emprego, quem se comunica melhor é mais satisfeito do ponto de vista emocional…"

(A pergunta do Jô foi: "O que incomodou aos fonoaudiólogos na entrevista do Simon?". Como se nota, a entrevistada não respondeu à pergunta.)

JÔ SOARES: "Mas, então, ele [Simon Wajntraub] é perfeito!".

MARA BEHLAU: "Só que a comunicação, Jô, é uma coisa difícil, que do ponto de vista de magia, de uma hora para outra, para você sair se comunicando bem, não é verdade".

Como se pode notar da entrevista do Fonoaudiólogo Simon Wajntraub – além de todos os textos publicados aqui e de todas as demais entrevistas dele, também disponíveis neste site –, em nenhum momento ele prometeu qualquer coisa mágica, muito menos que seus pacientes saem "se comunicando bem de uma hora para outra". O que Simon Wajntraub promete, garante e demonstra é que seus pacientes são atendidos através do melhor método para tratamento dos problemas fonoaudiológicos que apresentem, sem engodos e bugigangas de rolhas, chupetas, línguas-de-sogra e outras quinquilharias da idade da pedra.

MARA BEHLAU: "Então, o que eu gostaria, é aproveitar e dar para você o papel do nosso Conselho, da nossa campanha da comunicação, problemas de audição, voz, fala, escrita, é uma questão de Fonoaudiologia, o trabalho todo que se faz […], é do Conselho Regional de São Paulo, a nossa Conselheira, a nossa Presidente, a Fonoaudióloga Telma costa está aqui na platéia…"

JÔ SOARES: "Cadê a Telma? Fala alguma coisa, Telma! Ora, Fonoaudióloga calada?!"

O Jô continua a entrevista, indagando: "O problema da gaueira, por exemplo, que é uma das coisas que o Simon trata, e trata com sucesso […], as pessoas que vieram aqui, comprovadamente – não era uma coisa preparada –, tinham problema de gagueira, e, pelo método dele, ficaram boas – foi até engraçado porque eu pedi pro David Brasil vir aqui, que é gago, mas a gagueira dele já virou uma coisa profissional, e ele estava com um medo louco de perder a gagueira –, não é válido a pessoa usar métodos, como já ficou provado, através dos séculos, pela própria medicina, pela própria ciência, não é válido experiências diferentes, que à primeira vista podem parecer que estão extrapolando os cânones regulares da técnica, não é válido a pessoa experimentar, se dá certo?"

MARA BEHLAU: "Eu acho que é válido toda e qualquer experiência, desde que ela seja controlada cientificamente, desde que a gente não coloque em risco a população, e muito menos a dignidade de uma categoria profissional".

O Fonoaudiólogo Simon Wajntraub concorda em parte com isso: é válida toda experiência cientificamente controlada e que não coloque em risco a saúde do paciente. Mas quanto a colocar em risco a "dignidade de uma categoria profissional", Simon Wajntraub, que é Fonoaudiólogo também, sustenta a opinião de que dignidade e respeito são coisas que devem ser conquistadas, e não impostas. E não é só ele que sustenta isso: toda a comunidade científica compartilha da opinião de que a vaidade é inútil, é um obstáculo à evolução.

Um dos princípios da Cência dita que: se uma idéia não funciona, ela deve ser descartada, não importando em quem doa a sua perda.

Além disso, a "dignidade" de uma profissão – na verdade, a vaidade de alguns – é uma coisa deveras abstrata para estar acima do bem-estar, da saúde do paciente. Se criticar métodos ultrapassados, retrógrados, da idade da pedra, que não funcionam (ou, se funcionam, funcionam muito mal) – ainda mais quando quem critica apresenta também melhores resultados que os criticados – representa um risco à dignidade de uma profissão, adotar tais métodos, quando desnecessários, é um risco maior à dignidade do paciente. Qual vale mais?

Se a Ciência respeitasse vaidades, jamais evoluiria.

MARA BEHLAU: "Se eu coloco uma pessoa falando com uma voz que não é sua, que não é natural, que não a representa, ela ativa um outro mecanismo cerebral, e ela é capaz de falar fluente, só que ela não se sente ela".

JÔ SOARES: "Mas isso não é provado cientificamente, é? Uma pessoa que mudou o seu sentir porque deixou de ser gago?"

ENTREVISTADA: "Não, na verdade, não… Na verdade, o que a gente sabe é que a voz nos representa".

JÔ SOARES: "Pois é, mas essa mudança mão pode ser para melhor?"

ENTREVISTADA: "Pode, claro. Só que essas estratégias são conhecidas há muito tempo pela ciência, mas elas não curam a gagueira, elas são uma espécie de bengala, uma espécie de recurso paralelo, para a pessoa não gaguejar. Agora, você imagina, Jô, se cada vez que você tivesse que falar, você tivesse que pensar na sua voz, na sua fluência, no seu tom, seria impossível".

JÔ SOARES: "Mas isso não fica automático?"

A entrevistada não responde a essa pergunta.

Antes, quando ela diz que "seria impossível", ela parece não ter assistido à entrevista que motivou a ida dela ao Programa do Jô, na qual o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub apresenta e demonstra que a cura da gagueira é sim possível, conforme provam os depoimentos gravados e ao vivo de seus pacientes.

A entrevista prossegue, e o Jô pergunta: "Ainda se utiliza a rolha?".

A entrevistada responde dizendo que utiliza a rolha como dos seus instrumentos de trabalho. Em seguida, pediu-se ao Alex para que trouxesse as rolhas numa bandeja para demonstração. A entrevistada pediu ao Jô que oclocasse a rolha entre os dentes e que contasse junto com ela de 1 até 20. Depois disso, ela perguntou se a sua articulação havia melhorado, e o Jô respondeu que não. A entrevistada, então, pediu ao Jô que fizesse de novo, e, depois disso, indagou: "Como é que está sua articulação agora?".

O Jô, morrendo de pena, diz que melhorou.

Então, a entrevistada comenta que os locutores de rádio, tradicionalmente colocam caneta ou lápis entre os dentes para melhorarem a articulação.

Simon Wajntraub observa que nenhum dos seus pacientes que trabalham com voz, entre eles, muitos locutores de rádio, precisa se socorrer de artifícios como estes, e reitera suas críticas ao uso de tais bugigangas.

A seguir o Jô brinca dizendo: "Quer dizer que a pessoa deve sempre andar com uma rolhazinha no bolso" (o pior é que, pasmem, a entrevistada concorda com isso!), para toda vez que for falar, pedir licença, colocar a rolha na boca e contar até vinte". A platéia caiu na gargalhada.

Continuando, o Jô abre a gaveta e retira uma chupeta e uma língua-de-sogra pedindo explicações sobre esses recursos, e a entrevistada confirma que estes objetos são utilizados pelos fonoaudiólogos; o o Jô coloca a chupeta na boca e a entrevistada tenta explicar como é utilizado este recurso ultrapassado, mas que não é utilizado com adultos, e, quando o Jô utiliza a língua-de-sogra, pedindo explicações, ela comenta que este recurso é muito pouco utilizado.

Todavia, o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub possui mais de mil gravações de pacientes que tentaram outras terapias e comentam que tiveram que utilizar a língua-de-sogra e chupeta, sendo a maioria deles adultos.

A produção do programa escolheu a entrevista do Fonoaudiólogo Simon Wajntraub para reprisar nas férias, sendo a primeira a ser reprisada, no dia 25 de dezembro, mas não reprisou a entrevista da representante do Conselho Regional de Fonoaudiologia de São Paulo, nem deu atenção aos novos protestos dos fonoaudiólogos que ficaram incomodados com a reprise.

"Se você falar uma coisa, da qual não tem certeza, mas falar bem articulado, você acaba convencendo". (Mara Behlau, representante do Conselho Regional de Fonoaudiologia de São Paulo)

O Fonoaudiólogo Simon Wajntraub, mesmo sendo muito bem articulado, prefere falar apenas das coisas de que ele tem certeza, para convencer com fatos e resultados documentados, e não com recursos de linguagem e retóricas bem articuladas.

Por fim, resta observar que, ao contrário do que fez o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub em sua entrevista, demonstrando a eficácia de seu método, o Conselho Regional de Fonoaudiologia, na entrevista de "direito de resposta", não apresentou nenhum e estudo ou resultado que comprovasse a utilidade dos recursos ultrapassados que estavam sendo defendidos em tal entrevista.

Assistam abaixo ao vexame do Conselho Regional de Fonoaudiologia da Segunda Região:

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